Referências de CTR de vídeo por plataforma: edição 2025
Dados atuais de taxa de clique para anúncios em vídeo em Meta, TikTok, YouTube e LinkedIn — com as ressalvas que tornam as referências úteis, não enganosas.
Referências de CTR de vídeo por plataforma: edição 2025
Referências são úteis para diagnóstico, não para definição de metas. Elas dizem quando algo está incomumente errado — não quando algo é bom o suficiente. Com essa ressalva, aqui estão os dados atuais de CTR por plataforma, com contexto.
Meta (Facebook e Instagram)
O CTR de anúncios em vídeo no Meta fica em média entre 0,70% e 1,10% para posicionamentos no feed em 2025. Os posicionamentos em stories têm média menor: 0,30% a 0,60%. Os posicionamentos em Reels são ainda menores em termos puros de CTR, mas compensam com volumes de impressão maiores e CPMs mais baixos.
A dispersão é ampla. Anunciantes DTC e de ecommerce com criativos otimizados alcançam regularmente 1,5% a 3,0% de CTR. Campanhas B2B e de consideração costumam ver 0,3% a 0,6%. O setor importa mais do que a plataforma para o CTR — um anúncio de serviços financeiros terá CTR menor do que um anúncio de moda na mesma plataforma, no mesmo posicionamento, com o mesmo orçamento.
O que é incomumente baixo: abaixo de 0,2% de CTR em posicionamentos de feed em campanhas de conversão. Nesse nível, o criativo está alcançando o público errado ou fundamentalmente falhando em motivar a ação.
TikTok
Os CTRs do TikTok são menores do que os do Meta em geral, ficando em média entre 0,3% e 0,9% para anúncios em vídeo no feed. O comportamento do usuário na plataforma — rolagem rápida, mentalidade de entretenimento — significa menos cliques por impressão.
O TikTok compensa com volumes de impressão maiores a CPMs mais baixos, então o custo por clique pode ser competitivo apesar do CTR menor. E o valor do TikTok costuma ir além do clique — efeitos de reconhecimento de marca e consideração que não aparecem nos dados de CTR.
O que é incomumente baixo: abaixo de 0,15% de CTR. Nesse nível, o anúncio não está funcionando nem considerando as normas de CTR mais baixas do TikTok.
YouTube
Os anúncios in-stream puláveis do YouTube ficam em média entre 0,30% e 0,65% de CTR. Anúncios não puláveis não têm CTR porque o espectador não pode pular. Os anúncios de descoberta (em pesquisa e vídeos relacionados) ficam em média entre 0,50% e 1,20%, refletindo a intenção mais alta de quem buscou conteúdo relacionado.
O CTR do YouTube é fortemente influenciado pelo botão de pular. Anúncios que sobrevivem à janela de 5 segundos para pular têm CTR subsequente mais alto, porque a minoria engajada é autosselecionada por interesse.
Os anúncios em vídeo do LinkedIn ficam em média entre 0,25% e 0,44% de CTR — menores do que nas plataformas de consumo, mas com maior valor por clique devido ao valor dos clientes B2B. Um CTR de 0,4% no LinkedIn pode gerar mais receita por mil impressões do que um CTR de 2% no Meta se o tamanho médio do negócio for grande o suficiente.
O que é incomumente baixo: abaixo de 0,15% no LinkedIn. O público da plataforma é menor e mais caro, então um CTR baixo no LinkedIn custa mais do que um CTR baixo em plataformas de maior volume.
Como usar esses números
Não mire em uma referência. Acompanhe seu próprio CTR histórico e trabalhe para melhorá-lo mês a mês. A única comparação que importa é seu desempenho atual versus seu desempenho passado.
Se seu CTR está abaixo das faixas listadas aqui, investigue. As causas mais comuns: hook fraco (taxa de thumbstop baixa reduzindo o conjunto de potenciais clicadores), CTA fraco (as pessoas assistem, mas não clicam) ou desalinhamento de público (as pessoas veem o anúncio, mas não estão em momento de compra).
Se seu CTR está acima das faixas, não presuma que você está vencendo. CTR alto com taxa de conversão baixa significa que o anúncio está prometendo demais. CTR alto vindo de um público estreito pode significar que você está capturando demanda existente, e não criando demanda nova. CTR é uma métrica, não um veredito.